Sedução
Capítulo 06
1

Eu estava completamente abismada.
- Por favor, levante-se para que possamos algemá-lo, Senhor Sawlver (disse um dos polícias acenando com a cabeça em direção a Sawl).
Sawl levantou-se devagar e sem pressa.
Eu queria dizer algo. Protestar contra aquilo. Mas as palavras eram incapazes de saírem da minha boca.
Mikael ostentava uma cara completamente espantada, pelo que estava acontecendo. Ele parecia mais espantado até mesmo do que eu.
- Desculpem-nos por nossa intromissão Diretor (disse Chosy).
- Não há problema algum Perito Chosy. Agora se o senhor puder me explicar, o que realmente aconteceu? (questionou Michael).
- O exame laboratorial indicou que o sangue na jaqueta do seu aluno pertence a vitima. Sua ordem de prisão é apenas preventiva, sendo que, ainda não podemos acusa-lo do crime. E as câmeras de segurança ainda estão sendo avaliadas, mas, a versão dada do Senhor Mikael foi confirmada, ele saiu e entrou no colégio nos horários informados.
- Sim compreendo (disse Michael).
Pois eu estava a compreender nada. O policial que havia chamado Sawl agora o algemava, aquela cena era ridícula. Pelos menos para mim, era.
- E quando ele vai sair de lá? (perguntei, finalmente conseguindo falar algo).
- É por tempo

Posted on 19:47 by Hélio Lu'z

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Resgate – 1 de 2

“Meu trabalho é variado... e resgates fazem parte das minhas noites. Passe e ganhe um pedido e talvez, uma realização.”.

Posted on 21:17 by Felipe Sena Pereira

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Sedução
Capítulo 05
1

Pavor completo.
Toda a Great Falls High School estava tentando se concentrar dentro e fora do banheiro feminino. O que era altamente impossível. Lógico. Mas todos mesmo assim espremiam-se uns entre os outros na busca de tentar fazer isso.
Mikael se mantinha afastado, mas seus olhos não se desgrudavam de mim e de Sawl que se mantinha próximo.
Alguns minutos depois da descoberta do acontecido o Diretor da Great Falls High School, Michael Lakyel, chega ao banheiro já sendo acompanhado pela policia.

Posted on 19:09 by Hélio Lu'z

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Mundus Sine Velum – Um Mundo Sem Véu

4 – Final

Escolha

“...O que preciso decidir é ...”

Posted on 19:26 by Felipe Sena Pereira

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                    CAPÍTULO 12

- Começou! – Diz Carlos, e logo em seguida me olha e completa: - Você é o plano, não se esqueça disso. Quando eu precisar que você acredite em mim, não duvide!
Assenti e depois, ficamos apenas vendo a fumaça aumentar no centro da cidade.
Destruída, pessoas feridas e algumas ou talvez a maioria morta. Os vilões estavam atacando, mas o alvo, somos nós e muitos pagaram por isso.
Minutos depois de ficarmos apenas vendo aquela cena horrível, ficarmos com os olhos cheios de lágrima e o coração tão apertado que dava dor no peito, um celular começa a tocar.
- Alô? – Pergunta o professor Marcelo ao atender o celular.
A cara dele, não a mesma de alguém que esta recebendo boas notícias. Fiquei imaginando se algo poderia ser pior do que ver uma cidade cheia de vida e tão bonita desmoronar em segundos e até mesmo perder sua vida tão rápida.
- Agora é a hora de nos tornar heróis de muitas pessoas, - Diz Marcelo desligando o celular. – temos esse dever. Talvez Deus tenha deixado isso tudo acontecer conosco, porque ele sabe que somos os únicos capazes de fazer a diferença com tanto poder em mãos.
- Amém. – Diz Charles em um tom irônico.
- O herói infiltrado, acabou de me ligar e me informar algo ainda pior que isto. – Diz o professor Marcelo andando em direção à cidade. – Eles vão lançar um míssil que vai destruir a maior parte do país.
Todos pararam, olhamos um para o outro. Só depois disso pude ver a Isabela com o rosto vermelho de tanto chorar. O Luca com tanto medo que estava sentado no chão de cabeça baixa, e a Lorena abraçando ele bem forte. Charles estava andando para um lado e para o outro de costas para a cidade e soltando algumas lágrimas. Carlos, estava olhando para a cidade como se tivesse vendo algo bonito a sua frente. Estava calmo e sem nenhum sinal de choro. O professor Marcelo estava andando a nossa frente, parecia estar nos incentivando a ir atrás dele, só que sem nos dar uma ordem se quer.
A Isabela estava em prantos, mas continuava de pé, e olhando pra cidade destruída. Fui andando até a sua direção, e a abracei bem forte.
- Tonny, - Diz Isabela. – é a minha cidade. Onde eu nasci, onde cresci e onde minha família mora. Será que eles... – Antes que ela terminasse de completar seu pensamento, eu interrompi.
- Não fale isso... – Acariciei seu rosto e olhei fixamente em seus olhos. – Eles estão bem, quer apostar? Eles nem me conheceram ainda, não sabem nem quem é o seu mais novo namorado. – Falo e sorrio.
- Namorado? – Diz a Isa abrindo um lindo sorriso.
- É, - começo. – sei que não é a hora e nem o lugar certo, mas eu tenho que fazer isso. – Eu paro e olho nos olhos da Isa. Crio coragem e falo. – Quer namorar comigo?
Se isso esta parecendo um filme romântico, acredite, não é. Estamos na beira da morte, estamos indo enfrentar alguém muito mais forte que agente, estamos indo enfrentar o nosso destino. Se é que vamos sair vivos dessa, ninguém sabe, mas que vamos lutar pelas nossas vidas e pela vida dos outros, isso, nós sabemos.
A Isa me olhou com um toque de encanto em seus olhos, e me beijou. Acho que foi um sim, e isso foi gratificante. Talvez eu não morresse sem uma namorada, o que era confortante na situação. Gosto da Isa, acho que gosto até demais, só que não posso me dar o luxo de ama-la, se é que consigo controlar meus sentimentos.
- Tonny, eu te amo! – Diz ela me beijando novamente.
Ótimo, ouvir um “eu te amo” um pouco antes da sua morte é muito legal. Vamos Tonny, reage. Não se entregue, é isso que eu devo pensar. Ela é uma excelente garota, e... Porque você a pediu em namoro? Droga! O que se passou pela sua cabeça?
- Vamos indo, temos coisas a resolver. – Diz Charles indo atrás do professor Marcelo.
- Espere! – Diz Carlos. – Temos que ter um plano. Temos que nos montar aqui, antes de irmos pra lá. E Luca, vai pra dentro, é muito perigoso aqui fora.
- Ok, então... – Falo olhando para ele esperando que ele diga logo o que devemos fazer.
- Ao chegar lá, criaremos um ponto critico. Montaremos em uma roda, e essa roda vai poder se abrir em até dez metros de distancia. Assim, caso algum vilão chegue, podemos nos reunir com mais facilidade e um protegerem o outro.
Certo. Depois do plano feito, fomos pra cidade e ao chegar lá, vimos coisas que nunca gostaríamos de ter visto um dia. Não desejaríamos isso, nem aos nossos piores inimigos, eu acho.
A Isabela continuava emotiva, chorando menos, pois a força do choro dela ia toda pra sua mão, que apertava bem forte a minha. E mesmo tendo a força como um poder, eu estava sentindo uma ponta de dor com esse aperto de mão. E enquanto caminhávamos, nos formamos em uma roda, cada um protegendo o outro, até ouvirmos um gemido.
- Ouviram isso? – Pergunta o professor Marcelo.
- So-corro! – Diz alguém que não sabemos nem onde esta.
- Onde você está? – Berra Lorena.
Depois do berro que a Lorena deu, vimos algo incrível. Algumas pessoas saindo de dentro de casas destruídas, só que com algumas partes em pé ainda, vimos pessoas aparecerem andando e nos olhando com esperança, acho que eles pensaram que deveria ser a guarda nacional, só que não era. Pelo menos ainda não era. E enquanto víamos essas pessoas, alguns de nós fomos até as mais feridas e começamos a ajuda-los, até que eu encontrei a pessoa que havia pedido socorro. Era um homem que tinha uma pilastra de concreto bem grosso, em cima de suas costas. Pensei que ele estava agoniando de dor, pelo peso que estava te esmagando, só que quando tirei a pilastra de cima dele, vi que ela não estava esmagando ele. Ele estava suportando o peso da pilastra com todas as forças, pra proteger uma criança que estava em baixo dele, sem nenhum arranhão. Ele é um verdadeiro herói.
Todos começam a ajudar uns aos outros, e pedimos para que os que puderem ir para o mais longe possível da cidade, pois o esquadrão do Mascarado já deve estar a caminho e uma batalha para começar.

Posted on 21:36 by Lucas Gomes A. Siqueira

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Sedução
Capítulo 04
1

Luzes. Vultos. Rostos apreensivos.
Eu ainda estava recuperando a minha visão. As imagens ainda apareciam embaçadas à minha frente.
- Amy? Amy? Ela está acordando enfermeira (dizia minha mãe, atônita).

Posted on 19:09 by Hélio Lu'z

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                      CAPÍTULO 11


Três meses se passam e continuamos treinando pesado. Nossos uniformes de treino, todos os dias estão conosco, o que faz parece um real grupo, só que ainda é muito pequeno e... Estamos ficando forte, isso eu posso dizer, até porque iremos a uma missão amanhã. Na verdade, nossa primeira missão. O professor Marcelo vai decidir que vai ir à missão, após o treinamento de hoje, o que esta fazendo com que todos deem o máximo de si, para serem chamados.
- Treinando todos os dias, eu tenho que ficar melhor, não é? – Diz Charles jogando uma piadinha enquanto da um salto e soca um boneco que sai da parede a cinco metros de distancia de nós.
Pois é, agora temos um centro de treinamento de ultima geração. Carlos construiu com peças que encontrou no ferro velho. Claro, menos as principais peças que tivemos que comprar, mas não foi difícil de fazer isso.
Nesse centro de treinamento, tem vários obstáculos. Hoje, estamos enfrentando alguns bonecos que saem das paredes quando agente menos espera. O problema é que eles também nos atacam, então temos que ser rápidos ou para atacar, ou para desviar.
- Cuidado! – Grita Lorena lançando um campo de energia no boneco e destruindo ele completamente.
- Cara, o Carlos vai ficar uma fera quando vir que você destruiu o boneco dele. – Implica Charles.
- Eu não consegui me controlar, desculpa! – Diz Lorena parando e se posicionando para se defender de qualquer outro boneco.
- Eu falo com ele, não se preocupe. – Falo. – Qualquer coisa agente da um jeito de criar outro obstáculo no lugar desse maldito boneco.
Ela da um sorriso e eu retribuo. Charles nos olha como se estivéssemos nos paquerando, mas não é isso, até porque, estou com a Isa, e estamos muito bem juntos.
- Quero é ver os outros que nunca treinam, como é que eles vão ficar melhores a cada dia que passa. – Diz Charles.
- Eles têm seus motivos, e a Isa esta treinando, e muito! – Digo. E é verdade, a Isa está treinando sozinha em uma sala especial para ela. O professor Marcelo vem monitorando ela. A Isa tem o poder de entrar na mente de qualquer pessoa e pode controlar emoções, sentimentos e ações. O Luca não esta treinando porque ainda é muito novo e seu treinamento não passa de revisões teóricas, quase nunca participa dos treinos práticos. O professor Marcelo trabalha muito teste psicotécnico nele, para aumentar suas habilidades intelectuais, até porque, ainda não se sabe qual o poder do Luca e na verdade, nem se sabe se ele chegou a ser modificado. Só sabemos que ele fugiu junto do mesmo lugar de onde nós saímos modificados. O Carlos só fica enfurnado no quarto, desenvolvendo suas tecnologias. Criando armas, armaduras, modificando nossas roupas, como por exemplo, nosso uniforme de treinamento são a prova de chamas.
Quem realmente treina por aqui, somos eu, Lorena e Charles. E o que tenho observado é em como a Lorena é forte. O professor Marcelo, seu pai, nos disse que temos que ter cuidado com a Lorena, porque seus poderes são muito fortes e ela ainda não consegue controla-los por completo.
- Ali! – Grito e avanço pra cima de um boneco. Enquanto corro até ele, fecho meu punho, forço o braço e solto em cima do boneco, que deita fazendo um grande barulho no chão.
- Quer mesmo ouvir o Carlos falar pra caramba não é? – Diz Charles, e todos riem disso. Treino encerrado.
Cada um foi para seu quarto. Eu tomei um bom banho e vesti uma roupa normal. Podia ter passado anos, mas eu não irei me acostumar com esse uniforme desconfortável. Deito em minha cama macia um pouco e talvez uma hora depois, alguém bate na porta do meu quarto. Levanto com muito sacrifício e abro a porta.
- Oi. – Diz a Isa com um sorriso lindo.
- Oi, há quanto tempo.
- Pois é, andei muito ocupada sabe, tomando conta de um garoto ai.
- É mesmo? E que garoto azarado é este? – Pergunto rindo e então a puxo pra dentro do meu quarto, e beijo sua boca. Sentamos na beira da cama e então ela me abraça forte.
- Que foi? – Pergunto.
- Nada, só estou preocupada.
Isso é fato de uma mulher dizer. “Nada, só estou preocupada”, ou seja, não é o “nada” e sim, o “só estou preocupada”.
- O que esta te deixando preocupada?
- Essa tal missão. Sei lá Tonny, até pouco tempo muita coisa mudou. Vocês sabem que tenho poderes, formamos um grupo, estamos treinando e agora temos missões.
- Mas foi você quem me trouxe para cá. Não sabia que seria assim? – Pergunto acariciando seu rosto.
- É claro que sabia, mas... – Ela me olha. – É justamente esse o problema. Trouxe você para correr os riscos, e a cada dia que passa, eu gosto mais de você e a ideia de te perder é muito dolorosa pra mim.
- Ei, ei! – Falo olhando em seus olhos. – Você não vai me perder. Nunca!
- Como você sabe Tonny?
Na verdade, eu não sei. Não sei se ela nunca vai me perder, ou se nunca vou perdê-la. São grandes chances de tudo acontecer, mas temos que estar preparados, tanto para o pior, quanto para o melhor. Só que vai ser difícil.
- Eu só sei Isa, só sei.
Ficamos ali, abraçados até a hora da reunião. Quando é dada a hora, todos nos reunimos na sala de jantar e o professor Marcelo diz que vai à primeira missão do grupo.
- Foi fácil decidir quem serão os sortudos a irem à primeira missão do grupo. Quero que saibam que os escolhidos estão sendo chamados pra essa missão, não porque são os mais fortes do grupo, mas porque a missão pede modificados como vocês, então... – Ele olha para todos nós e em seguida começa. – Tonny, Carlos, Lorena e Charles, vocês foram os escolhidos.
- Ah poxa! – Reclama Luca que cruza os braços e fica de cara emburrada.
- Luca, você ainda é muito novo para ir a alguma missão. Não esqueça, estou te treinando para ser o melhor, então só foque nisso. Foque em seus treinamentos que quando for à hora, você vai ter sua missão.
- Liga não Luquinha, sua hora vai chegar. – Fala Charles bagunçando o cabelo do Luca.
- Bom, e então, qual será a missão? – Pergunta Carlos em um tom mais sério.
- A missão é... – E antes que ele complete, ouvimos um barulho muito alto do lado de fora. Corremos até o lado de fora para ver o que estava acontecendo, e já fomos preparados para outro ataque do Mascarado, só que fomos surpreendidos.
- Meu Deus! – Sussurra a Isabela.
Só podíamos ver, há uns oito quilômetros, um míssil caindo na cidade.

Posted on 19:52 by Lucas Gomes A. Siqueira

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Mundus Sine Velum – Um Mundo Sem Véu

3

Irmãos Unidos

“...não!”

Posted on 19:48 by Felipe Sena Pereira

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Sedução
Capitulo 3

Posted on 18:28 by Hélio Lu'z

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Mundus Sine Velum – Um Mundo Sem Véu

2

Cidade de “Não-Humanos”


“Não houve tempo para resistir... Não ouve como escapar... Mãe... Não foi em vão... Vai acabar...”

Posted on 21:59 by Felipe Sena Pereira

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