Oi galera ;) Mil desculpas por não ter conseguido postar este capítulo na semana passada, mas aqui está ele. Além disso, tenho um comunicado para fazer, e esse comunicado será postado na segunda-feira às 18h. É importante que todos vocês leiam, pois envolve o fim de SILENCIAR, bem como falará do novo livro que estou escrevendo: tanto título quanto sinopse serão revelados. Como veêm, é algo importantíssimo.
Mas, deixando isso de lado, aqui está o capítulo 55 de SILENCIAR. Espero que curtam, e espero vocês novamente segunda-feira ;)



55

Uma Bela Mentira

A Beautiful Lie - 30 Seconds To Mars

            Naturalmente, a festa fora cancelada, e Felipe e Suzana deram meia volta assim que receberam a notícia de Yago. A mãe de Suzana comprometeu-se em tomar conta dos convidados - não havia por que eles não se divertirem, e era bem possível que reivindicassem comida, afinal, Suzana conhecia seus convidados.

Posted on 16:36 by Yuri Costa

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54

Quebrado

The Broken - Coheed And Cambria

            Passadas duas horas, Nathalia continuava encolhida no mesmo canto. Tremia - não só de medo, mas de frio também. Entrava friagem não sabia da onde; talvez do piso, feito de tabuas de madeira já envelhecidas úmidas e podres, que poderiam ceder a qualquer momento, ou das paredes, que por acaso eram feitas do mesmo material. Fosse o que fosse, aquelas paredes exalavam um cheiro de mofo; não só isso, como um cheiro mais forte... de animais mortos, e de urina. Como um real cativeiro.

Posted on 20:15 by Yuri Costa

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Capitulo 9
Secrets
Yuri corria desesperadamente por uma floresta completamente desconhecida a seu ver. Não sabia o porquê, mas sabia que tinha que correr, e muito. Estava com a sensação que tinha algo indo atrás dele. Correu, e muito. Até que encontrou uma árvore oca. Entrou nela e se encolheu na tentativa de ficar o máximo invisível.
Começou a ouvir rugidos. Eram altos, muito altos. Parecia um animal. Um urso? Talvez, não queria parar para descobrir. Viu uma sombra aparecer perto da árvore. Começou a ofegar mais e mais, o que era ruim, pois pelo que se lembrava, animais tinham ótima audição. A sombra parou e começou a se aproximar mais do local onde estava. Podia ouvir cada passo, cada respiração do animal. Tudo parou. O animal, a respiração ofegante, simplesmente, tudo tinha passado. Então ouviu:

Posted on 18:04 by Marcos Valença

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53

Case Comigo

Marry Me - Train



DEZEMBRO
            O grande dia havia chegado.
            Suzana brigava e gritava com Alex, na confusão que havia a sala à parte da igreja. Aparentemente, Alex havia comprado as flores-de-emergência erradas para Suzana: ela pedira rosas brancas, e no entanto ela trouxera uma outra flor vagabunda (porém branca). E não só isso: tivera a ousadia de pisar - sem querer - na cauda do vestido da noiva - que na opinião de Suzana, já era pequena demais limpa -, deixando uma bela marca preta na forma de um salto alto.

Posted on 17:05 by Yuri Costa

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Capitulo 8
Hunters

-Esse trabalho é um saco.
-Pois é, passamos pela melhor escola pra isso, e só estamos nos fantasmas.
-Culpa daqueles filhinhos, só porque tem os pais conhecidos e poderosos.
-Acabamos?
-E eu acho que... – fez uma pausa e se concentrou – Sim, acabamos. Ah não...
-O que? Mais um trabalho?
-Positivo. É em um lugar chamado Costa Valença. Fim do mundo, depois de Cabo Frio.
-Bom, tem praia pra lá. Dá pra dar uma aproveitada.
-Não, Costa Valença não tem praia. Tem uma advertência aqui. Essa tá classificada como não perigosa. Mas tem rumores de uma rebelde lá, talvez seja uma perigosa.
-Certeza? Geralmente não mandam agente pra essas.
-É um teste. A Organização quer que provemos se estamos aptos, além de ser uma missão, lá vamos ver se pegamos a dica pra mais dois. E esses dois tão classificados como proteção divina.
-Porque eles não mandam agente pra uma normal? Onde agente só é avaliado e depois vamos pra casa até receber outra? Se contar, vão ser três missões seguidas sem descanso. Essa, à de Costa Valença e a outra. E essa outra... Se tiver divindade e tão mandando pra nos dois, é porque é uma de reconhecimento. Não esperam que iremos resolvê-la.
-Talvez. Vamos Sérgio.
-Algo errado, agente não vai sair vivo. Já tô avisando. Tem certeza, Caio?
-Não, mas se recusarmos agente vai acabar morto de qualquer jeito.
Sérgio bufou, sabia que Caio estava certo. Qualquer um que recusasse alguma missão da Organização acabava morto. O melhor a fazer era seguir em frente e aceitar a missão que traria a morte deles. Ironicamente, talvez fosse à única chance de eles sobreviverem. Entraram no carro. Se fossem pegos em alguma blitz simplesmente se safariam dela. Era uma especialidade. Sérgio tinha 17 anos e Igor 16. Chegaram a um hotel de beira de estrada. Havia começado a chover, iam passar a noite. Perguntaram se tinham um quarto vago e se havia internet sem fio, a atendente olhou e disse:
-Temos só um quarto pra solteiro e estamos sem internet. À única que temos é a do servidor. Devido à chuva, a sem fio está com problemas. Desculpe o transtorno.
Sérgio põe a mão sobre a da moça e diz olhando nos olhos dela:

Posted on 19:42 by Marcos Valença

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52

enough for now

The Fray

            Tudo começou naquela manhã. Yago a levantara e a vestira. Dera-lhe banho e fizera seu café. Nathalia comera, claro, mas sem vontade. Fazia e repetia apenas o mesmo movimento: colher, boca, prato. Sabia que devia comer. Pelo seu próprio bem, deveria alimentar-se, tomar banho todos os dias, estudar... Mas queria mesmo seu próprio bem? Ou estava absorta demais naquela tristeza infindável?
            O mais provável, claro, era a segunda opção.

Posted on 18:14 by Yuri Costa

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